6 curiosidades sobre os gostos gastronômicos dos brasileiros. Fonte: Exame

As cervejas mais populares em 14 países

Gosto não se discute, ainda mais quando se trata de cerveja.
Cada país possui um paladar diferente e as bebidas traduzem isso.

Usando os dados mais recentes possíveis, o site especializado nesse ramo Vinepair fez um levantamento para descobrir quais os rótulos mais vendidos em diversos territórios do planeta.

O resultado foi um mapa com as cervejas mais apreciadas nos países em que havia informações atuais disponíveis.

No Brasil, por exemplo, a mais popular foi a Skol, enquanto, nos Estados Unidos, a mais consumida foi a Bud Light.

Confira nas imagens quais as marcas prediletas em 14 países.

Brasil: Skol

No Brasil, a cerveja mais popular, de acordo com o levantamento, é a Skol, da Ambev. O rótulo está presente no Brasil desde 1967 e está no topo do mercado desde 1988.

Canadá: Budweiser

Diferentemente dos vizinhos americanos, os canadenses preferem a Budweiser, também fabricada pela companhia Anheuser-Busch, hoje pertencente à belgo-brasileira InBev. A cerveja tipo Lager foi criada por imigrantes alemães nos Estados Unidos, em 1876, e, atualmente, é vendida em vários países, incluindo o Brasil.

Holanda: Heineken

Criada na Holanda, em 1869, a Heineken é o maior destaque entre as cervejas no país. Hoje, o rótulo continua com a mesma fórmula e está presente em 170 nações pelo mundo todo.

México: Corona Extra

A cerveja mais popular do México é a Corona Extra, originada no país em 1925. Seu fabricante, o Grupo Modelo, foi comprado pela multinacional belgo-brasileira Ab InBev, em 2012.

Chile: Cristal

A Cristal chilena, atualmente a mais popular no país, é diferente da peruana. Esta cerveja do tipo lager é fabricada pela multinacional Compañía de Cervecerías Unidas, fundada em Valparaíso, em 1850

Austrália: Victoria Bitter

Produzida pela Carlton & United Breweries, a Victoria Bitter é a cerveja mais popular na Austrália. Essa lager foi criada em 1854 e leva um pouco de cana de açúcar em sua composição.

Alemanha: Oettinger

Entre os alemães, a marca Oettinger é a mais popular, principalmente pelo seu baixo preço. A cervejaria foi fundada em 1333 e a maior parte de suas vendas é feita em supermercados, já que não é um rótulo muito presente nos bares.

Bélgica: Jupiler

Em um dos países mais fortes quando se fala em cerveja artesanal, o rótulo mais popular é a Jupiler, cerveja belga criada em 1966 e fabricada pela empresa multinacional AB InBev.

Inglaterra: Carling

A cerveja Carling surgiu em 1818, no Canadá, mas foi na Inglaterra que conquistou seu lugar no topo. A bebida chegou ao solo inglês nos anos de 1950 e já na década de 80 se tornou a mais popular do país.

Peru: Cristal

Produzida pela Unión de Cervecerías Peruanas Backus y Johnston , a Cristal é a cerveja mais pedida no Peru. O rótulo do tipo lager existe desde 1922 no país e é conhecido como La Rubia (A Loira).

Irlanda: Guinness

A irlandesa Guinness tomou conta do o gosto popular em seu país de origem. A bebida foi criada em 1759 e hoje domina o mercado de cerveja preta no mundo.

Estados Unidos: Bud Light

O público dos Estados Unidos prefere a cerveja Bud Light, versão mais leve da Budweiser. Fabricada pela empresa Anheuser-Busch, a marca chegou ao mercado americano no ano de 1982.

Argentina: Quilmes

A cerveja argentina Quilmes ficou no topo entre os hermanos, segundo a pesquisa do site Vinepair. A bebida foi criada pelo alemão Otto Bemberg, em 1888, e atualmente é fabricada pelo grupo belgo-brasileiro AB Inbev.

Paraguai: Brahma

No Brasil, a Brahma não conquistou o topo, mas sua popularidade foi às alturas no Paraguai. O rótulo da Ambev chegou ao país vizinho em 2001 e conquistou o paladar da população.

Um dos grandes desafios de cozinhar é saber converter as medidas de uma receita.

Quem, ao comprar aquele livro cheio de fotografias apetitosas dos pratos prontos nunca se deparou com o drama das conversões e medidas para receitas? Muitas vezes as conversões são absurdas, que só um gênio da matemática conseguiria calcular facilmente: de sistema métrico (g, ml) para o sistema imperial (oz)… ou, quem sabe quantos gramas de farinha tem na medida de uma xícara? Isso sem mencionar as conversões de medidas para receitas estrangeiras… aí o drama é fenomenal!

Vamos salvar o seu dia e a sua receita. Preparamos um guia de conversões e medidas para receitas. Orientem-se e arrasem na cozinha! Ah! Parece complicado, mas, com a prática, a conversão começa a se automatizar em nossas cabeças.

Líquidos (óleo,leite, bebidas alcoólicas, água…)

1 xícara = 240 ml
1/2 xícara = 120 ml
1/3 xícara = 80 ml
1/4 xícara = 60 ml
1 colher de sopa = 15 ml
1 colher de chá = 5 ml
1 cup = 240 ml

Manteiga e gorduras em geral

1 xícara = 200 g
1/2 xícara = 100 g
1/3 xícara = 65 g
1 colher de sopa = 12 g
1 colher de chá = 4 g
1 cup = 200 g

Farináceos (farinha de trigo)

1 xícara = 120 g
1/2 xícara = 60 g
1/3 xícara = 40 g
1/4 xícara = 30 g
1 colher de sopa = 7,5 g
1 colher de chá = 2,5 g
1 cup = 120 g

Açúcar

1 xícara = 160 g
1/2 xícara = 90 g
1/3 xícara = 60 g
1/4 xícara = 45 g
1 colher de sopa = 10 g
1 colher de chá = 3,5 g
1 cup = 160 g

Chocolate e cacau em pó 

1 xícara = 90 g
1/2 xícara = 45 g
1/3 xícara = 30 g
1/4 xícara = 20 g
1 colher de sopa = 6 g
1 colher de chá = 2 g
1 cup = 90 g

Fermento

2 colheres sopa = 50 g
10g de fermento biológico seco = 30g de fermento biológico fresco

Sal

1 colher sopa = 20 g
1 colher de café = 5 g

Arroz

1 xícara =  200 g

Castanhas

1 xícara = 140 g

Mel

1 xícara = 300g

1 colher de sopa = 18 g

1 colher de chá = 6 g

Mais informações você pode encontrar nessa fonte: blog Receitas MFP.

 

Consumir pimenta aumenta a longevidade

De acordo com o estudo, a redução do risco de morte por câncer, doenças isquêmicas do coração e doenças do sistema respiratório associado à ingestão de pimenta ficou mais evidente nas mulheres do que nos homens.

Um estudo mostrou que a ingestão do condimento, três a sete vezes por semana, pode diminuir em 14% o risco de morrer.

Consumir alimentos apimentados, três a sete vezes por semana, pode reduzir em 14% o risco de morrer. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico British Medical Jornal.

Os pesquisadores analisaram o estado de saúde e a ingestão de alimentos por 500.000 pessoas. Os participantes com histórico de câncer e doenças cardiovasculares foram excluídos da análise. Levou-se em conta fatores como idade, estado civil, nível educacional e prática de atividade física.

Os resultados mostraram que as pessoas que consumiam alimentos apimentados uma ou duas vezes por semana tinham um risco de morrer 10% menor em comparação àqueles que consumiam o condimento menos de uma vez por semana. Quando o consumo era de três a sete vezes por semana, o risco diminuía em 14%. A associação entre o consumo de pimenta e a redução no risco de morte foi igual para homens e mulheres.

Os efeitos da pimenta são atribuídos a seus componentes ativos, como a capsaicina, substância que dá a sensação de ardência. O composto possui ação anti-inflamatória e propriedades analgésicas. Os benefícios, porém, só são obtidos com o consumo regular.

O estudo não revelou o tipo de pimenta mais benéfica à saúde. Mas estudos mostraram que o condimento fresco pode ser mais saudável por possuir uma quantidade maior de capsaicina.